Placenta retida pós-parto, protocolo de um médico da lista A para diagnóstico e tratamento

Se houver placenta retida após o parto normal (ainda que prematuro), há riscos grandes de infecção são grandes e, no passado, Dilatação e Curetagem era a única opção. Tecido retido pode ser detectado via ultrasom antes de qualquer procedimento. Alguns medicamentos podem ser indicados para induzir a expulsão do tecido retido, eliminando assim a necessidade de cirurgia. Esta alternativa deve ser discutida entre médico e paciente. Caso seja mais conveniente, um médico com mais experiência neste procedimento pode ser recomendado. Se uma curetagem for ainda recomendada, a mesma deve ser conduzida com o apoio de ultrasom, reduzindo assim o risco de maiores danos ao útero bem como o risco de algum tecido ainda permanecer retido. Se houver infecção, a curetagem pode aumentar ainda mais o risco de danos ao útero ao disseminar a infecção. Sem infeção, se algum tecido ainda se mantiver retido, o mesmo pode se calcificar, sendo mais dificil sua retirada depois, aumentando o risco de formacao de sinéquias. Pacientes submetidas a curetagem entre a 2a e 4a semana após o parto possuem um alto risco de desenvolver a síndrome de Asherman, e tal risco é aumentando mais ainda se a paciente estiver amamentando (devido a baixa taxa de estrógeno). Caso haja suspeita de placenta retida, um ultrasom deve ser feito o mais breve possível. Consulte seu médico imediatamente.

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